
📍 Gaylord, Michigan | EUA. 26 de abril de 2006. 🔎Identidade trocada / erro de identificação de vítimas
A TROCA
Esse caso de identidade trocada começou quando Whitney, Laura e outras sete pessoas da Universidade Taylor, em Indiana, voltavam para casa após trabalharem em um evento a 24 quilômetros do campus. Um caminhão perdeu o controle, atravessou o canteiro central e atingiu a van em que estavam. Um helicóptero de resgate foi acionado para atender ao acidente. Jay Curry, profissional de serviços médicos de emergência há quase 15 anos, descreve a cena horrível:
“Foi definitivamente um dos piores acidentes que já presenciei. Havia uma quantidade enorme de destroços espalhados por uma área considerável. Eles interditaram a rodovia para que pudéssemos pousar.”
Jay Curry

Um oficial no local encontrou a bolsa de Laura ao lado de Whitney. O legista Ron Mowery explica o que ele acredita ter acontecido em seguida:
“Aparentemente, alguém colocou a identificação de Laura Van Ryn junto com a de Whitney Cerak, que estava ferida, e Whitney se tornou Laura.”
Jay foi instruído a prestar socorro à jovem ferida.
“Entendíamos que estávamos transportando Laura Van Ryn”
Diz Jay.
“Ela não conseguia responder.”
Brianna McCard, enfermeira da UTI, afirma que a paciente foi classificada como Trauma Nível 1.
“Com o traumatismo cranioencefálico, o inchaço é extremamente perigoso, diz ela. Quanto mais tempo o cérebro inchar, maiores serão as chances de morte cerebral.”
Milagrosamente, os médicos do pronto-socorro conseguiram estabilizar Whitney — que eles acreditavam ser Laura. Ela foi transferida para a unidade de terapia intensiva e a família de Laura foi informada sobre o que acreditavam ser o estado de saúde da filha. Ela foi transferida para a unidade de terapia intensiva e a família de Laura foi informada sobre o que acreditavam ser o estado de saúde da filha. Enquanto a família de Laura corria para o hospital para ficar ao lado da filha, do outro lado da cidade, o legista do condado iniciava sua tarefa macabra.
“Assim que fomos notificados de que podíamos começar a remover as vítimas, fomos ao hospital, onde auxiliamos as famílias, os amigos e a equipe médica na identificação dos corpos” diz o legista Mowery.
“A equipe do Hospital Taylor recebeu documentos de identidade com foto e pertences pessoais. Eles usaram essas informações, sua experiência e conhecimento pessoal, e trabalharam com nossa equipe para identificar essas pessoas.”
Nesse momento, o corpo de Laura Van Ryn foi identificado como sendo de Whitney Cerak. A família de Whitney não foi solicitada a ver o corpo para identificá-lo. A irmã de Whitney, Carly, diz que não pediu para ver o corpo.
“Eu não gostaria de ver minha irmã esmagada em um acidente”, diz ela. Ao relembrar o momento em que as identidades de Whitney e Laura foram oficialmente trocadas, o legista Mowery se arrepende.
Don e Susie
De vollta ao hospital, os pais de Laura, Don e Susie, e sua irmã, Lisa, são informados do que esperar quando virem Laura pela primeira vez.
“Não esperem que ela esteja com a mesma aparência de sempre” Diz Susie.
Quando Don viu pela primeira vez a garota que lhe disseram ser Laura, ele conta que só conseguiu ver parte do rosto dela.
“Ela estava com bandagens, tubos na boca, um tubo na cabeça, alguns cortes e hematomas — eles ainda não a tinham limpado direito depois do acidente.”
Não encontrei foto do rosto dela sem o desfoque. Segundo informações, o rosto ficou muito desfigurado. Nesse momento, Lisa (irmã de Laura) diz que a família recebeu a bolsa e o par de sapatos encontrados perto do local do acidente. Embora a bolsa contivesse a carteira escolar de Laura, os sapatos deram a Lisa a primeira pista de que algo estava errado.
“Não reconhecemos os sapatos, mas não demos muita importância, pensando que ela provavelmente tinha pegado emprestado os sapatos de uma colega de quarto.”
Sem nenhum outro motivo para acreditar que a garota no hospital não era sua filha, os Van Ryns iniciaram uma vigília com familiares e amigos que durou cinco semanas. Don diz que a família se revezava no hospital para que sempre houvesse alguém ao lado dela.

Collleen (mãe de Whitney) diz que estava sozinha em casa porque Carly estava na faculdade e o pai de Whitney, Newell, estava viajando para construir casas para a Habitat for Humanity. Colleen conta que alguns amigos da família foram visitá-la enquanto esperava notícias da filha
“Recebemos um telefonema do legista e do capelão do Condado de Grant dizendo que Whitney era uma das meninas que não sobreviveram ao acidente”, diz ela.
“Foi um daqueles telefonemas que você pensa que outras pessoas vão receber, mas que você nunca vai receber. Você simplesmente teme esse momento.”
Colleen então teve que fazer sua própria ligação terrível para contar a Newell (pai de Whitney) o que havia acontecido com a filha.
“Eu estava esperando o telefonema. Quando o telefone tocou, ela simplesmente disse: ‘Newell, sinto muito. ‘ Eu caí de joelhos e comecei a chorar.”
Quatro dias após o acidente, a família de Whitney realizou o funeral da filha. Ninguém sabia que o caixão fechado continha o corpo de Laura, e não o de Whitney.

O caixão foi fechado para o funeral de Whitney. Sua mãe, Colleen, recusou-se a olhar para o corpo da filha, que estava tão danificado pela colisão entre uma van e um caminhão.
“Eles queriam se lembrar dela como ela era”, disse o avô de Cerak, Emil Frank.
De acordo com a certidão de óbito, Whitney Cerak, de 18 anos, faleceu em 26 de abril de 2006. Quase 1.400 pessoas compareceram ao seu funeral antes de seu sepultamento em sua cidade natal, Gaylord, Michigan. Somente cinco semanas após o trágico acidente de carro que matou Whitney e outras quatro pessoas, ė que a troca seria descoberta. Durante o momento fúnebre, Newell proferiu palavras comoventes sobre a filha, que revelavam uma verdade notável.
“Mesmo sem ter chegado a completar 19 anos, Whitney viveu intensamente”. disse ele. “Seu espírito doce e natural, seu sorriso lindo com covinhas, sua generosidade, suas piadas de bom coração. Sinto muita falta dela. Todos nós sentimos. Um dia nos reencontraremos. Acredito nisso plenamente. Acredito de todo o meu coração.”
° A medida que Whitney — que se acreditava ser Laura — começou a se recuperar lentamente, ela começou a dizer algumas coisas que levantaram questionamentos.
“Lembro-me de Don Van Ryn me dizendo: ‘Não é engraçado ela nos chamar de ‘falsos pais’? O que você acha que isso significa?”
Conta Cindy Barrus, que trabalhou na reabilitação de Laura. Stephanie Peper, uma das terapeutas de Laura, diz que quando chamava sua paciente de “Laura”, ela respondia com um sussurro, dizendo “Whitney”. “O nome ‘Whitney’ era uma peça do quebra-cabeça para mim”, diz Stephanie.
“Mas eu não sabia que era a peça do quebra-cabeça.”

Edição feita com IA, para entendermos porque foi compreensível a confusão. Quando a Whitney chegou ao hospital gente, o rosto estava desfigurado, ela passou 5 semanas com tubos e ataduras no rosto só os olhos e nariz pra fora. Só depois que ela tirou as ataduras, foi que a desconfiança começou. Além do par de sapatos desconhecido, Lisa diz que houve outros momentos que poderiam tê-la feito suspeitar da identidade da irmã. Certa vez, ela viu o abdômen de Whitney e percebeu que ela tinha um piercing no umbigo — algo que Laura não tinha antes. Ela pensou:
“Férias de primavera“, conta. Liisa se lembra do momento exato em que percebeu que a pessoa com quem havia ficado no hospital por cinco semanas não era sua irmã. Após uma sessão de terapia, Lisa ficou sozinha com Whitney. Mais uma vez, Whitney disse seu nome. Então, contou a Lisa que seu sobrenome era “Cerak” e que seus pais eram “Newell e Colleen”.
“Naquele momento, eu soube que ela estava certa. Nossas suspeitas vinham aumentando, e eu simplesmente sabia”,
Diz Lisa. Embora o fato de Whitney ser a sobrevivente do acidente também significasse outra coisa — que Laura era quem havia morrido. O reconhecimento no dia e dias seguintes, era impossível só de olhar para ela. O rosto dela ficou inchado com a batida, ela tinha um colar ortopédico no pescoço, fratura craniana, bandagens pelo rosto, ossos quebrados e hematomas. Embora o fato de Whitney ser a sobrevivente do acidente também significasse outra coisa — que Laura era quem havia morrido —, Lisa diz que não pensou nisso na hora.
“No momento em que ela disse ‘Whitney’ — e eu sabia que era verdade no meu coração — aquele foi o momento que estávamos esperando. Para essa pessoa que amávamos dizer algo que finalmente fazia todo o sentido”, diz ela.
“Parece loucura porque estou descobrindo que não é minha irmã.“
Quando o hospital percebeu o que havia acontecido, Colleen Cerak recebeu outro telefonema às 2h da manhã. Newell estava fora da cidade novamente, então a pessoa do outro lado da linha pediu que ela passasse Carly para a ligação também.
“Ele se apresentou como o legista do Condado de Grant e o capelão. Eram as mesmas vozes que haviam ligado cinco semanas antes”, diz Colleen. “Disseram que tinham motivos para acreditar que minha filha estava viva.”
A pessoa que ligou pediu que elas levassem os registros dentários de Whitney ao hospital para que pudessem verificar a identidade da sobrevivente. Colleen e Carly ficaram atônitos. Carly estava convencida de que era algum tipo de brincadeira cruel.
“Por que alguém diria isso se eu tinha certeza de que não era a Whitney no hospital?” ela questiona
“Eu estava tentando dizer para minha mãe: ‘Não tem como ser a Whitney.’”
Colleen desligou e ligou para um amigo da família chamado Jim, pedindo que ele verificasse com o legista para ter certeza de que não era uma brincadeira. Em seguida, Colleen ligou para Newell, que estava na cidade de Nova York.
“Eu não sabia o que dizer”, diz ele. “Eu só repetia ‘Não’.”
Quando Jim confirmou a versão do legista, Colleen providenciou os registros dentários da filha, e ela e Carly estavam na estrada às 3 da manhã.
“Na primeira parte [da viagem], estávamos bem irritadas”,
Diz Colleen. “Mas quanto mais nos aproximamos de Grand Rapids, mais começávamos a pensar: ‘Se [os Van Ryns] não reconheceram a filha, o que vamos encontrar?’
As duas mulheres — ambas loiras, com a mesma altura, peso e tipo físico — foram trocadas na cena caótica do acidente. Whitney, cuja família pensava tê-la enterrado, estava viva, enquanto Laura, cuja família acompanhava sua recuperação no hospital, estava morta. Elas não eram amigas, não tinham nenhum contato. Mas a ação de um terceiro, as uniu de forma trágica. A dor e a alegria passaram a dividir o mesmo espaço entre duas famílias. De um lado, pais e irmã vivendo o impossível: a filha que acreditavam ter perdido no acidente finalmente voltaria para casa. Depois de semanas de luto, surgia novamente a esperança, acompanhada de lágrimas de alívio e incredulidade.
Whitney volta para a família…

De outro lado, a realidade dura de que Laura, partiu.
Essa família viu o chão desaparecer. Durante cinco semanas, cuidaram com amor de uma jovem que acreditavam ser sua filha. Conversaram com ela, permaneceram ao seu lado, rezaram e esperaram por sua recuperação. Então veio a devastadora verdade: sua verdadeira filha havia morrido no acidente cinco semanas antes. Felicidade, dor e incontáveis lágrimas passaram a caminhar juntas naquele trágico caso de identidade trocada. As medidas começaram então a ser tomadas. Na terça-feira, equipes exumaram o corpo de Laura de um cemitério em Michigan, onde ela havia sido enterrada após o acidente No domingo, amigos e familiares se reuniram para homenagear Laura, estudante do último ano da Taylor University, que estava a poucas semanas da formatura.
Laura, em tão pouco tempo …viveu intensamente!
Laura Jean Van Ryn ė filha de Donald Kurt e Susan Kaye Van Ryn. Como já sabemos, Don e Susie. Ela morava em Caledonia, Condado de Kent, Michigan, CEP 49316, EUA. Ela formou‑se em 2002 pela Thornapple Kellogg High School, na cidade de Middleville, e depois seguiu para a Universidade Taylor, onde cursava Comunicação com foco em Relações Públicas. Tinha acabado de finalizar seu trabalho de conclusão de curso — um estudo sobre uma campanha da marca Adidas — e seguia cheia de planos para o futuro. Laura era uma jovem cheia de energia: jogava futebol, vôlei, praticava atletismo e adorava as partidas de basquete com os amigos. Nos momentos mais calmos, gostava de cantar e tocar violão; tinha uma fé muito forte, que fazia parte de tudo o que vivia. Laura deixa para trás seus pais, sua irmã Lisa, os irmãos Kenny e Mark, seu namorado Aron, sua avó Madelyn VanderSchuur, além de muitos tios, tias, primos e uma imensa quantidade de amigos que a amavam muito. E ficaram cheios de saudades.

Mãe, pai e irmã de Laura
Durante o sepultamento, Laura foi homenageada por amigos e familiares em seu funeral.
“Sua luz brilhou e continua a brilhar diante das pessoas de uma maneira que nos afeta profundamente, para a glória de Deus” disse seu pai, Don, na cerimônia.
Laura era conhecida por sua bondade, sempre tentando ajudar as pessoas ao seu redor. Tinha um sorriso acolhedor, daqueles que se abriam facilmente perto da família e dos amigos. A dimensão da dor causada por sua perda é simplesmente inimaginável. A história de Laura e Whitney é uma história de tristeza que se transformou em alegria e alegria em tristeza, de vida que se transformou em morte e morte que se transformou em vida. Don (pai de Laura) recebeu uma ligação de um advogado oferecendo seu trabalho para que a família processasse a faculdade. Don diz que sua família não tinha interesse em entrar com um processo judicial, nem naquela época, nem agora.
“Eu simplesmente não via o que isso nos traria de benefício. Ao longo dos anos, aprendi que o perdão e o amor são mais saudáveis do que a amargura e a vingança”
“Um dos meus versículos favoritos na Bíblia diz: ‘O que o Senhor exige de você? Praticar a justiça, amar a misericórdia e caminhar humildemente com o seu Deus’. Essa frase — ‘amar a misericórdia’ — é algo que não se vê muito hoje em dia.”
Esse advogado que disse ser de um escritório especializado em acidentes com caminhões e automóveis.
“Fiquei chocado. Quer dizer, eu não sabia exatamente como reagir”, diz ele. “Mas, no fim, eu disse: ‘Espero que você encontre algo melhor para fazer hoje’ e desliguei.”
Disse Don. Esse è o pai da Laura. Da pra sentir como Laura foi criada né.

No epílogo do livro ” Identidades Trocadas “, Whitney escreve que ainda não é a mesma de antes
“Acho que minha personalidade voltou. Talvez não tão engraçada quanto antes. Eu era muito engraçada antes”, brinca.
“Vejo as coisas de uma maneira diferente agora. Por causa de tudo o que aconteceu, estou muito diferente agora.”
A família Cerak diz que, se houve alguma mudança em Whitney, foi pequena.
“Olhamos para a Whitney e o sorriso voltou. Quer dizer, tudo voltou. Cognitivamente, ela está ótima”, diz Newell
. “Para nós, é a Whitney de antes.”
Whitney diz que não se lembra do acidente e pouco do que aconteceu no hospital antes da chegada de sua família.
“Lembro-me de estar trabalhando no banquete antes… Depois fomos comer pizza”, conta. “Depois, lembro-me de estar ao lado do carro, pronto para entrar, e essa é a última coisa de que me lembro.”

O que Whitney pensa dos Van Ryns?
“Adoro quando me fazem essa pergunta”, diz ela. “Amo os Van Ryns, amo-os demais. Eles cuidaram muito bem de mim e ainda conseguem olhar nos meus olhos e dizer: ‘Whitney, eu te amo’. .
Eles são pessoas incríveis, todos eles.
Tanto a família Van Ryn quanto a família Cerak dizem que sua fé em Deus foi fundamental para superar essa provação.
Quem é o motorista do caminhão?
Quem causou o acidente foi o caminhoneiro Robert F. Spencer. A investigação concluiu que ele provavelmente dormiu ao volante enquanto dirigia um caminhão carregado de farinha. O veículo atravessou o canteiro central da rodovia Interstate 69 e bateu na van da universidade onde estavam Laura, Whitney, Elizabeth, Brad Larson, Monica e Laurel. Depois do acidente, ele foi preso. Spencer, um caminhoneiro de Michigan, é acusado de ter adormecido ao volante de seu caminhão e causado um acidente na rodovia que matou as cinco pessoas. As autoridades disseram que, antes do acidente de 26 de abril, Spencer também adormeceu ao volante depois de dirigir pelo menos nove horas. Conforme um documento oficial com declaração sob juramento, os indícios revelam que ele havia deixado o sistema de ar-condicionado na potência máxima e mantinha as janelas abertas. Os registros de chamadas mostram que ele entrou em contato com a irmã pelo celular instantes antes da tragédia, mas não estava em ligação no momento do impacto. De acordo com o mesmo relato, foi sua irmã quem ouviu o barulho da colisão do outro. O orgão responsável pela regulamentação de motoristas no estado de Michigan já havia emitido uma advertência a Spencer em agosto do ano anterior. A medida foi tomada depois que ele somou cinco pontos por penalidades em sua carteira de habilitação, no período de apenas dois anos.
Ele destruiu 5 vidas, 5 famílias para sempre!
Houve justiça?
Uma investigação de quatro meses concluiu que o caminhoneiro Robert F. Spencer agiu de forma imprudente quando seu caminhão cruzou o canteiro central da rodovia e colidiu com a van em 26 de abril, disse o promotor do condado de Grant, James Luttrull Jr. Robert F. Spencer, de 37 anos, é escoltado para fora do Tribunal do Condado de Grant em Marion, Indiana, na quinta-feira, 7 de setembro de 2006, após uma audiência preliminar onde foi formalmente acusado de cinco homicídios culposos. Spencer, um caminhoneiro de Michigan, é acusado de ter adormecido ao volante de seu caminhão e causado um acidente na rodovia que matou cinco pessoas.
Nao ė só no Brasil que a “justiça”, favorece bandidos!
O motorista do caminhão que matou cinco estudantes da Taylor University em 2006, Robert F. Spencer, foi preso e condenado após a tragédia. Spencer se declarou culpado por homicídio culposo e imprudência criminal. Ele recebeu uma sentença de 8 anos de prisão, sendo 4 anos suspensos. No entanto, acabou sendo libertado após cumprir parte da pena, por redução e créditos de bom comportamento. UM ANO! ELE FICOU PRESO POR 1 ANO!
“O único triunfo do mal necessário é que os homens bons não façam nada.”
— Edmund Burke
Sara foi Vítima de um predador que estava a espreita
Imagem base: G1. Edição sem alteração dos traços faciais: Assustadores & Misteriosos. 📍Sorriso, Mato Grosso | Brasil. 🗓️01 de Junho de 2010. – Caso parcialmente solucionado. – Crime contra crianças. A filha de ouro da dona Eva Tudo começou em 1º de junho de 2010, na cidade de Sorriso, no Mato Grosso. Sara Vitória Fogaça…
O “não” que ele se recusou a aceitar
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🔞 Crueldade sem Limites
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